SEC aprova regras da Nasdaq Texas para commodities digitais e flexibiliza fundos
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🧠 SEC aprova regras da Nasdaq Texas para commodities digitais e flexibiliza fundos
A Securities and Exchange Commission (SEC) dos Estados Unidos aprovou uma alteração nas regras da Nasdaq Texas, estabelecendo uma definição formal de commodities digitais para fundos negociados em bolsa. A decisão, oficializada nesta semana, reconhece ativos como Bitcoin, Ethereum, Solana e XRP sob os novos critérios de listagem, permitindo que produtos qualificados tenham maior flexibilidade na estruturação e gestão de portfólios institucionais.
Com a nova diretriz, os fundos de commodities digitais listados na bolsa texana poderão manter até 15% de seu valor patrimonial líquido em ativos não qualificados, desde que 85% permaneçam investidos nos ativos principais. Além disso, a SEC removeu a exigência estrita de gestão passiva, abrindo caminho para que fundos geridos ativamente sejam listados sob o novo arcabouço regulatório. A medida espelha uma aprovação semelhante concedida ao mercado principal da Nasdaq em julho, padronizando as estruturas de trustes baseados em commodities.
O avanço regulatório ocorre em um momento de indefinição legislativa em Washington, onde a votação da Lei CLARITY corre o risco de ser adiada. No mercado, o Bitcoin é negociado a US$ 77.240,00 na tarde desta sexta-feira, com leve alta de 0,07%, enquanto o Ethereum registra US$ 2.511,54 (alta de 1,87%). A Solana mantém estabilidade a US$ 210,00 às 14h, refletindo a cautela dos investidores institucionais diante das novas perspectivas de alocação ativa e do calendário político americano.
🚨 Radar Cripto
SEC autoriza gestão ativa em fundos de commodities digitais na Nasdaq Texas.
Senadora alerta para possível paralisação da Lei CLARITY no Congresso dos EUA até 2030.
Fundos listados no Texas poderão alocar 15% do patrimônio em ativos não qualificados.
Solana e XRP são formalmente enquadrados nos critérios de commodities da nova regra da SEC.
Órgão regulador americano concede licença bancária para empresa de ativos digitais ligada a Donald Trump.
Volume de negociação à vista recua 4,8% globalmente em meio à espera por definições legislativas.
💡 Insight da Edição
O prazo final para as empresas de ativos virtuais (VASPs) solicitarem autorização do Banco Central termina no final de outubro, e o mercado brasileiro já passa por uma reestruturação profunda. Com exigências de capital mínimo variando entre R$ 10 milhões e R$ 37 milhões, os custos regulatórios forçam uma onda de consolidação. A expectativa inicial de 200 pedidos caiu para cerca de 50, segundo a ABcripto. Corretoras internacionais e locais buscam provedores de infraestrutura capazes de integrar operações de Pix, segregação de fundos e compliance rigoroso. O cenário aponta para um mercado mais enxuto, onde empresas menores deverão atuar como parceiras de grandes players licenciados ou focar exclusivamente na tecnologia, terceirizando o reporte ao regulador e as rampas de liquidez.
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