SEC propõe novas regras de custódia e ETFs de Bitcoin registram saídas de US$ 149 milhões
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🧠 Regulação e fluxos institucionais ditam o ritmo do mercado
A Comissão de Valores Mobiliários dos EUA (SEC) avançou com uma nova proposta de regras para a custódia de criptoativos por consultores de investimento e fundos. A medida, que ainda não é definitiva, busca estabelecer um arcabouço mais claro para a custódia institucional e pode permitir a autocustódia sob arranjos específicos, marcando mais um passo na agenda regulatória da agência para ativos digitais.
No mercado de fundos negociados em bolsa, os ETFs de Bitcoin à vista nos EUA encerraram uma sequência de nove sessões de entradas que somaram cerca de US$ 3 bilhões em setembro. Nesta terça-feira, os fundos registraram saídas líquidas de US$ 149 milhões, sinalizando um início de outubro mais cauteloso por parte dos investidores institucionais, apesar das fortes captações do mês anterior.
Enquanto isso, o mercado de derivativos viu liquidações combinadas de US$ 85,80 milhões em Bitcoin e Ethereum, com posições vendidas (shorts) respondendo por mais de 90% do total. O Citi revisou suas projeções, elevando o preço-alvo do Bitcoin para US$ 113.000 e do Ethereum para US$ 3.028 em um horizonte de 12 meses, refletindo otimismo de longo prazo apesar da volatilidade de curto prazo.
🚨 Radar Cripto
SEC avança com proposta de regras de custódia para criptoativos.
ETFs de Bitcoin nos EUA encerram sequência de entradas com saídas de US$ 149 milhões.
Citi revisa projeções e eleva preço-alvo do Bitcoin para US$ 113.000.
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💡 Insight da Edição
No Brasil, a integração entre o mercado cripto e o sistema financeiro tradicional continua avançando a passos largos. A ABCripto tem desempenhado um papel fundamental nesse processo, atraindo gigantes como a Binance para fortalecer o diálogo regulatório e promover a adoção institucional. A entrada de players tradicionais, como a Visa e o Banco Topázio, na associação demonstra o crescente interesse do setor financeiro em explorar as oportunidades da criptoeconomia. Além disso, iniciativas como o acordo entre a ABCripto e a SP Negócios para transformar São Paulo em um hub cripto reforçam o compromisso do país em se consolidar como um líder regional em inovação financeira, impulsionado por um ambiente regulatório cada vez mais maduro e pela infraestrutura robusta do PIX.
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