Bitcoin rompe US$71 mil com Trump e Clarity Act; ETH salta 19% e ETFs bombam
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🧠 Bitcoin rompe US$71 mil com Trump e Clarity Act; ETH salta 19% e ETFs bombam
O Bitcoin operou acima de US$71 mil nesta quinta-feira, marcando a primeira vez acima de US$70 mil desde junho, impulsionado por uma combinação de fatores macro e regulatórios. O presidente Donald Trump pressionou o Congresso americano a aprovar o Clarity Act, que estabeleceria um framework regulatório definitivo para o mercado cripto. A Standard Chartered já projeta US$100 mil para o fim de 2026. O Tesouro americano anunciou aumento significativo na recompra de títulos de 20 e 30 anos, derrubando os yields e tornando ativos de risco como Bitcoin mais atrativos. O movimento foi tão intenso que desencadeou a segunda maior liquidação de shorts da história: US$2,74 bilhões. Enquanto isso, ETFs de Bitcoin atraíram US$517 milhões em fluxos e ETFs de ether captaram US$189 milhões — o maior volume de entradas em meses. O Ethereum saltou 19% para US$2.280, e o token HYPE da Hyperliquid disparou 25% após Trump mencionar regular a DEX.
🚨 Radar Cripto
BTC rompeu US$70 mil pela primeira vez em 11 semanas e chega a US$71,6 mil, com alta de 11,4% em 24h, impulsionado por liquidez e otimismo regulatório.
Trump pressionou o Congresso a aprovar o Clarity Act, que criaria framework definitivo para cripto nos EUA. Standard Chartered projeta BTC a US$100 mil até dezembro.
ETFs de Bitcoin atraíram US$517 milhões em fluxos; ETFs de ether captaram US$189 milhões — maior entrada em meses. IBIT negociou 4,5x a média de 30 dias.
US$2,74 bilhões em posições short foram liquidadas — a segunda maior liquidação da história — quando BTC passou de US$69 mil.
ETH saltou 19% para US$2.280, atingindo máxima de três meses. A alta de 7 dias foi de aproximadamente 19%, puxada por fluxos institucionais.
Tesouro americano anunciou aumento nas recompras de títulos de 20 e 30 anos, derrubando yields e impulsionando ativos de risco como Bitcoin.
💡 Insight da Edição
Para o Brasil, a onda de otimismo regulatório nos EUA com o Clarity Act e a pressão de Trump por um framework cripto tende a influenciar positivamente o mercado local. Investidores brasileiros que mantêm exposição via B3 (Bitcoin ETFs locais) ou exchanges podem ver ganhos significativos, mas a volatilidade permanece alta após uma alta de 11% em 24h. O Banco Central brasileiro segue na supervisão de prestadores de serviços de ativos virtuais, enquanto o Drex avança em nova fase sem blockchain. Stablecoins via Pix seguem como principal ponte para remessas e pagamentos. Para o investidor brasileiro, o cenário favorece manutenção de exposição disciplinada — a junção de macro favorável (queda de yields) e catalisadores regulatórios é poderosa, mas correções bruscas após saltos de dois dígitos são comuns.
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