Bitcoin supera US$ 75 mil com short squeeze histórico; OM despenca após exploit
BTC caminha para maior ganho semanal em 2 anos; ETFs atraem US$ 1 bi em 3 dias; MANTRA para rede após ataque
🧠 Bitcoin supera US$ 75 mil com short squeeze histórico; OM despenca após exploit
O Bitcoin superou a barreira de US$ 75 mil nesta sexta-feira, atingindo a máxima de três meses e caminhando para o maior ganho semanal em mais de dois anos. O rali foi impulsionado por uma combinação de short squeeze que liquidou mais de US$ 1 bilhão em posições vendidas, queda nos yields do Tesouro americano após o secretário Scott Bessent aumentar recompras de títulos de 20 e 30 anos, e fluxos recordes em ETFs. Segundo a Bloomberg, o BTC chegou a tocar US$ 75.740 antes de estabilizar. ETFs de Bitcoin e Ethereum registraram três dias consecutivos de entradas, somando US$ 1,08 bilhão combinado. A Standard Chartered reafirmou sua projeção de US$ 100 mil para o fim de 2026. Em contrapartida, o token MANTRA (OM) despenca 18% a mínima histórica após a equipe congelar a blockchain por causa de um exploit em dependência de software.
🚨 Radar Cripto
BTC supera US$ 75 mil, atingindo máxima de três meses. Rali de ~20% na semana pode ser o maior ganho semanal em mais de dois anos, segundo Bloomberg.
Mais de US$ 1 bilhão em posições short foram liquidadas em cerca de uma hora durante o pico do rali. Analistas alertam sobre necessidade de demanda real sustentável.
ETFs de Bitcoin captaram US$ 606 milhões e ETFs de Ether US$ 221 milhões em 20/08. Três dias consecutivos de inflows somam US$ 1,08 bilhão.
Secretário do Tesouro Scott Bessent aumentou recompras de títulos de 20 e 30 anos, derrubando yields e impulsionando ativos de risco como Bitcoin.
MANTRA (OM) despenca 18% a mínima histórica de US$ 0.00412 após a equipe congelar a blockchain por exploit em dependência de software upstream.
Standard Chartered mantém target de US$ 100 mil para BTC até dezembro de 2026, apesar de volatilidade recente e corte anterior de US$ 150 mil.
💡 Insight da Edição
Para o Brasil, a explosão do Bitcoin acima de US$ 75 mil chega em momento de intensa atividade regulatória. O Banco Central determinou que exchanges adiem transferências grandes de cripto para o exterior por até 24 horas, medida que busca conter movimentos suspeitos mas que pode impactar traders brasileiros. Paralelamente, a demanda por cripto no país saltou 135% no primeiro semestre de 2026, atingindo US$ 14,68 bilhões. Desde julho, todos os residentes fiscais brasileiros estão sujeitos ao novo regime de reporte DeCripto. Stablecoins via Pix seguem como principal ponte para remessas e pagamentos internacionais. Para o investidor brasileiro, o rali de BTC favorece exposição disciplinada via ETFs locais da B3 ou exchanges reguladas, mas a volatilidade após saltos de dois dígitos exige cautela — correções bruscas são comuns após movimentos de short squeeze.
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