Bitcoin cai após derrota do CLARITY Act; XRP recua quase 8%
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🧠 Bitcoin perde US$ 76 mil após o Senado dos EUA barrar avanço do CLARITY Act
O Bitcoin opera perto de US$ 75,7 mil nesta manhã, após o Senado dos Estados Unidos não alcançar os 60 votos necessários para avançar com o CLARITY Act. A derrota do projeto, que era visto como um possível marco para a estrutura regulatória de ativos digitais, pressionou o mercado: XRP recua quase 8% em 24 horas e Solana cai mais de 3%.
Apesar do choque regulatório, a infraestrutura segue avançando. A parceria entre SoFi e Kraken, a expansão da stablecoin RLUSD e os planos de tokenização de ativos mostram que bancos e empresas continuam construindo ao redor de cripto — mesmo quando os preços fazem o clássico movimento de descer pela escada e pular pela janela.
🚨 Radar Cripto
O CLARITY Act fracassou na votação processual do Senado americano, ficando abaixo dos 60 votos necessários; o revés aumenta a incerteza sobre as regras para cripto nos EUA.
O Bitcoin caiu para a faixa de US$ 76 mil e chegou a operar perto de US$ 75,8 mil, enquanto traders reduziram risco após a derrota do projeto regulatório.
O XRP foi um dos destaques negativos, com queda próxima de 8% em 24 horas; Solana recuou mais de 3% e Ethereum perdeu quase 3%.
SoFi e Kraken anunciaram uma parceria para conectar a rede de liquidação bancária da SoFi ao mercado cripto, incluindo a stablecoin SoFiUSD.
A RLUSD, stablecoin da Ripple, adicionou mais de US$ 1 bilhão em capitalização em 2026 e aparece entre os ativos de crescimento mais rápido do segmento.
Uma proposta pretende levar catastrophe bonds para a blockchain em 2027, com propriedade jurídica on-chain e potencial para reduzir o investimento mínimo.
💡 Insight da Edição
Para o Brasil, a derrota do CLARITY Act reforça que o calendário regulatório americano pode mexer com o mercado global de forma instantânea. A oportunidade local está menos em tentar prever a próxima vela e mais em acompanhar stablecoins, pagamentos e tokenização com disciplina: empresas brasileiras devem avaliar custódia, KYC, câmbio e tributação antes de usar dólares digitais em remessas, tesouraria ou comércio exterior. A combinação entre Pix e infraestrutura cripto regulada continua sendo o diferencial mais concreto.
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