Bitcoin supera US$ 86 mil enquanto mercado aguarda dados de emprego dos EUA
Briefing cripto de sexta-feira, 2 de outubro de 2026
🧠 Bitcoin ultrapassa US$ 86 mil antes do relatório de emprego dos EUA
O Bitcoin superou US$ 86 mil nesta sexta-feira, avançando cerca de 3% no início de outubro. Operadores aguardam o relatório de emprego americano de setembro, enquanto a alta dos rendimentos dos títulos e um dólar mais forte pesam sobre ativos de risco. Dados ao vivo consultados no CoinGecko mostram BTC a US$ 86.229, alta de 3,21% em 24 horas.
Os fundos spot de Bitcoin nos EUA voltaram a registrar entradas, com US$ 103 milhões, segundo Cointelegraph. Em contraste, fundos de Ether tiveram o terceiro dia consecutivo de saídas líquidas. No campo regulatório, a SEC propôs novas regras de custódia para consultores de investimento e fundos.
A infraestrutura também está em foco: o projeto Utexo, apoiado pela Tether, planeja viabilizar transferências privadas de USDT e trocas diretas entre BTC e USDT usando Bitcoin. Já o agregador cross-chain NEAR Intents informou uma exploração de US$ 3,8 milhões e prometeu ressarcir os prejuízos. O cenário combina recuperação de preços com atenção a dados macroeconômicos, segurança e regulação.
🚨 Radar Cripto
Bitcoin supera US$ 86 mil antes do relatório de emprego dos EUA; alta mensal de cerca de 3%.
ETFs de Bitcoin registram US$ 103 milhões em entradas; fundos de Ether acumulam três dias de saídas.
SEC propõe novas regras de custódia de criptoativos para consultores de investimento e fundos.
Projeto Utexo apoiado pela Tether prepara transferências privadas de USDT e swaps BTC-USDT sobre Bitcoin.
NEAR Intents reporta exploração de US$ 3,8 milhões e afirma que vai reembolsar usuários afetados.
Rendimentos dos títulos e dólar mais fortes limitam o apetite por risco antes dos dados de emprego americanos.
💡 Insight da Edição
Para o Brasil, o movimento reforça a importância de acompanhar o preço global em dólar junto com a cotação do dólar e os custos locais de negociação. Investidores e empresas que usam cripto para diversificação ou pagamentos devem avaliar liquidez, custódia e exposição cambial, sem confundir entradas em ETFs internacionais com fluxo direto para o mercado brasileiro.
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