Mercado prende a respiração à espera do CPI dos EUA; Bitcoin oscila perto de US$ 83 mil
Última leitura de inflação americana antes do Fed chega nesta quarta; ETFs de Bitcoin voltam ao positivo com US$ 175,6 milhões e Zcash segue em alta
🧠 Bitcoin lateraliza abaixo de US$ 84 mil na véspera do CPI; apostas se concentram na última inflação antes do Fed
Bitcoin opera em faixa estreita nesta quarta-feira (14), entre US$ 83,3 mil e US$ 83,5 mil, após chegar a tocar US$ 83,9 mil durante a sessão asiática. O mercado aguarda a divulgação do CPI de setembro dos Estados Unidos, a última leitura de inflação antes da reunião do Fed de 28 de outubro. A expectativa dos economistas é de alta de 3,6% no índice geral no acumulado anual.
A segunda-feira (13) ainda trouxe um susto: o preço caiu abaixo de US$ 82 mil e liquidou cerca de US$ 771 milhões em posições compradas alavancadas antes de recuperar. Os níveis técnicos monitorados ficam em US$ 82,2 mil de suporte, com US$ 80,4 mil abaixo, e US$ 83,2 mil como primeira resistência.
No fluxo institucional, os ETFs de Bitcoin à vista dos EUA registraram entrada líquida de US$ 175,6 milhões na segunda, puxados pelo FBTC da Fidelity, com US$ 103,1 milhões, sinal de que a demanda de longo prazo segue viva apesar da volatilidade recente.
🚨 Radar Cripto
Os EUA divulgam hoje o CPI de setembro, com expectativa de 3,6% no índice anual; é a última leitura de inflação antes da decisão do Fed de 28 de outubro, e o mercado cripto opera em modo de espera.
Os ETFs de Bitcoin à vista dos EUA registraram entrada líquida de US$ 175,6 milhões na segunda-feira (13), liderados pelo FBTC da Fidelity, com US$ 103,1 milhões.
A queda de Bitcoin abaixo de US$ 82 mil na segunda liquidou cerca de US$ 771 milhões em apostas alavancadas compradas antes da recuperação para a faixa dos US$ 83 mil.
A dominância do Bitcoin avança enquanto as altcoins recuam à espera do CPI; TIA, M, CRV e RENDER figuram entre as maiores perdas das últimas 24 horas.
Moedas de privacidade se destacam: Zcash sobe mais de 2% e flerta com US$ 1.240, enquanto Monero também avança, mantendo o tema de privacidade em evidência.
A Securitize lançou o Securitize Stocks com 12 ações tokenizadas na Solana, expandindo os ativos do mundo real (RWAs) para o mercado tradicional de ações.
💡 Insight da Edição
No Brasil, o destaque é a reformulação do Drex: o Banco Central sinalizou que a próxima fase do chamado 'Pix 2.0' seguirá sem a tecnologia de registro distribuído (DLT) originalmente planejada, funcionando como complemento do Pix. Enquanto o país recalibra seu piloto de moeda digital, a tokenização ganha tração institucional lá fora, com a Securitize levando ações tokenizadas à Solana. Os desdobramentos locais seguem soltando faíscas: a suspensão pelo TSE do site 'Brasil 22 Token', que pagava cripto por posts eleitorais, mostra que oferecer tokens como incentivo pode violar a lei eleitoral e expor marcas a investigação, e o racha na cúpula da Brasil Bitcoin reforça a importância de checar governança antes de deixar saldo em exchange. Some o câmbio: com o CPI nos EUA, a volatilidade do dólar frente ao real mexe no preço local do BTC mesmo com o mercado estável em USD. Nada aqui é recomendação de investimento.
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